Conheça os melhores tratamentos para Imunodeficiência Primária

Conheça os melhores tratamentos para Imunodeficiência Primária

Quem tem filhos sabe que, durante a infância, episódios de gripes, resfriados, inflamações e infecções podem ser recorrentes.

Alguns pais percebem que, ao entrar na escola, a criança começa a ficar doente com mais frequência, até porque está mais exposta a agentes causadores de patologias.

Mas quando as idas ao médico parecem estar muito frequentes na vida da criança é preciso ligar o alerta.

O que é imunodeficiência primária?

A imunodeficiência primária (IDP) consiste em um problema de origem genética que afeta aproximadamente 1 a cada 10 mil indivíduos que nascem.

Apesar de ser uma doença que a pessoa já tem desde o momento do nascimento, na maior parte dos casos, o bebê vem ao mundo aparentemente saudável, o que retarda o diagnóstico e, por consequência, o tratamento.

Na verdade, a condição chamada de IDP, engloba um conjunto de cerca de 300 doenças genéticas que se caracterizam por quadros de infecção repetitivos.

Apesar de as infecções respiratórias serem as mais frequentes, elas não são as únicas. Pois quem sofre com esse tipo de imunodeficiência, pode perceber os efeitos em praticamente qualquer parte do corpo.

Essa doença funciona destruindo os glóbulos brancos, que são responsáveis pela defesa do organismo. Na maioria dos casos, a IDP se manifesta logo no primeiro ano de vida, mas há pessoas que só descobrem quando já são adultas.

Quais são os sinais?

Os pais devem observar desde cedo alguns indícios de que a criança pode sofrer com a imunodeficiência primária.

O primeiro deles e o mais óbvio é a frequência das infecções, pouco tempo depois de curar uma, a criança já precisa tomar antibióticos novamente.

Outro sintoma é uma demora acima do normal para se recuperar e até a resistência a tratamentos mais corriqueiros e menos intensos. Se houver histórico familiar ou algum tipo de parentesco entre os pais, também é preciso redobrar a atenção.

No Brasil, há cerca de quatro mil pessoas com diagnóstico declarado de imunodeficiência primária, mas estima-se que existam mais de 150 mil brasileiros com a doença.

Tratamentos

Depois que a IDP é descoberta, qual seria o tratamento? Isso depende muito do tipo de imunodeficiência, já que existem categorias diferentes, e da gravidade.

No geral, o médico pode prescrever antibióticos, antivirais ou antifúngicos; infusão de imunoglobina, uma proteína que pode exercer a função dos anticorpos; terapia com citocina (substância responsável pela emissão de sinais entre as células durante um processo infeccioso).

Para alguns pacientes, também é indicado o transplante de células hematopoiéticas da medula óssea ou do cordão umbilical.

Essas células participam da produção de sangue, podendo produzir os glóbulos brancos saudáveis.

Em paralelo, é preciso adotar medidas de higiene rigorosas envolvendo o paciente diagnosticado com IDP. Isso envolve tanto a higiene pessoal, quanto a higienização dos alimentos e do ambiente.

Afinal, o indivíduo é muito mais suscetível a sofrer com a ação de um agente infeccioso, por isso, todo cuidado é pouco. O mais importante é seguir à risca as orientações do médico e fazer o tratamento com os medicamentos que ele recomendar pelo tempo necessário.

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