Conheça os 5 transtornos psicológicos que podem levar ao suicídio

Tentar estabelecer as causas que levam alguém ao suicídio é um diagnóstico de difícil fixação até para os especialistas médicos mais renomados.

Entretanto, existe uma linha de pesquisas que liga transtornos psicológicos ao ato extremo de tirar a própria vida.

Dessa forma, primeiramente, é importante explicar que transtornos psicológicos podem se caracterizar por ser uma doença mental ou distúrbio psiquiátrico, cujo diagnóstico é realizado por médico psiquiatra.

Pessoas acometidas por esse mal apresentam comportamentos ou aspectos mentais que causam sofrimento, atitudes irregulares ou bloqueios para a atuação no cotidiano.

As causas podem ser condições biológicas, assim como estarem ligadas a agentes ambientais ou fatores psicológicos.

Não há causas ligadas a características de raça, idade, gênero, classe social. São sintomas que podem acometer qualquer pessoa em qualquer momento da vida.

Dessa forma, este artigo apresenta quais transtornos psicológicos podem levar ao suicídio, assim como formas de prevenção e tratamentos.

O suicídio

Um assunto delicado, mas necessário, o suicídio é o ato intencional de um indivíduo ao retirar a própria vida.

Também associado a momentos difíceis que a pessoa esteja passando, as causas orgânicas podem envolver o desenvolvimento de algum transtorno psicológico.

Quais transtornos psicológicos podem levar ao suicídio?

Existem diversos transtornos psicológicos que podem levar um indivíduo a cometer o suicídio, abaixo destacamos os mais comuns:

1 - Depressão

A depressão é um transtorno mental que provoca uma tristeza profunda, muitas vezes sem motivos aparente. Segundo dados da OMS, a depressão é uma das formas mais incapacitantes de transtorno mental. Dentre seus sintomas, destacam-se:

  • Melancolia diária;
  • Apatia diante de atividades rotineiras, irritabilidade, abatimento, diminuição da libido;
  • Perda ou ganho de peso sem causas aparentes;
  • Sonolência constante e/ou insônia, cansaço, falta de energia;
  • Sentimentos de inadequação, paranoia, ansiedade;
  • Pensamentos fixos em morte e suicídio.

2 - Transtorno Bipolar

Manifesta-se por mudanças drásticas e repentinas de humor – euforia e depressão -, e está associado ao suicídio, principalmente nas fases depressivas dos pacientes.

Os sintomas, na fase de euforia (mania), se manifestam com uma hiperatividade do paciente, que acaba dormindo menos, sente-se agitado, eufórico.

Na fase maníaca, os sintomas são os mesmos da depressão.

3 - Esquizofrenia

A esquizofrenia ou, como também é conhecida, transtorno da mente dividida é marcada por surtos onde o indivíduo não consegue diferenciar o que é real (mundo real) e o que são delírios e alucinações (mundo imaginário). Esse é um dos transtornos mentais que apresenta altos índices de ocorrência de suicídios. Os sintomas mais comuns são:

  • Alucinações;
  • Desvarios;
  • Comportamento paranoico;
  • Sintomas depressivos.

4 - Transtornos de Personalidade

Inclui transtornos de personalidade antissocial e Borderline (limítrofe).

Caracterizam-se pela grande intensidade comportamental dos pacientes, com comportamentos agressivos extremos, tanto para si como aos demais.

5 - Alcoolismo e abuso de drogas

Após os transtornos ligados ao humor, o alcoolismo e o vício em drogas lícitas e ilícitas estão fortemente ligados à consumação de suicídios.

As causas ligam-se aos fatores de dependência, aumento da tolerância às substâncias, surtos na abstinência, agressividade e impulsividade.

Prevenção

O diagnóstico é essencial para que atividades, terapias e medicações sejam eficazes no enfrentamento dos transtornos psicológicos e para se evitar o suicídio.

Tratamentos

As abordagens envolvem os tratamentos somáticos, que incluem medicação, terapia eletroconvulsivante e outras.

Os tratamentos psicoterapêuticos são os que aplicam psicoterapia que pode se desenvolver individualmente, em grupos, com a família, conjugal.

Além disso, existem as terapias comportamentais e a hipnoterapia.

O suicídio é uma realidade triste e crescente nos dias atuais. O diálogo aberto e sem preconceitos é uma forma de se evitar que mais ações assim continuem ocorrendo.

Por isso é tão importante ficar atento aos sintomas e buscar ajuda médica e psicológica o mais rápido possível e receber o tratamento adequado.

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