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Para que serve o Riluzol?

O Riluzol é um medicamento muito utilizado em Doenças do Neurônio Motor. Um grupo de doenças que tem como principal característica o comprometimento dos nervos motores, ou seja, da parte do sistema nervoso que controla os movimentos do corpo, tanto voluntários quanto os involuntários.

Uma dessas doenças, que está entre as mais conhecidas é a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Aqui no Brasil, 5 mil pessoas são diagnosticadas todos os anos com essa patologia neurodegenerativa progressiva e que não tem cura.

Quer saber como o Riluzol consegue ajudar a melhorar a qualidade de vida desses pacientes? Então, confira abaixo como esse medicamento consegue agir no nosso corpo e melhorar a saúde dos portadores da doença.

Como é uma doença do neurônio motor?

Para entender melhor como o Riluzol funciona, é importante entender o mecanismo das patologias que são tratadas por ele. Para isso, vamos dar como exemplo a ELA que é a mais comum do grupo.

De alguma forma que ainda não se sabe ao certo, os neurônios da porção motora do cérebro começam a morrer. Em alguns casos isso pode ocorrer por uma doença autoimune, ou seja, o próprio corpo começa a atacar os neurônios matando-os. Pode ser também por causa de um deposição excessiva de glutamato nessa porção do cérebro, o que causa uma excitação neural exacerbada e mata os neurônios.

Assim, perde-se a comunicação entre cérebro e músculo, essencial para que os movimentos aconteçam. 

Como o Riluzol age?

Por incrível que pareça a comunidade científica e médica ainda não sabe ao certo qual é o mecanismo do Riluzol, ou seja, como ele funciona. Mas acredita-se que a substância consiga reduzir a produção de glutamato, um neurotransmissor e se o excesso dele for a causa da doença, é possível controlá-la por meio da medicação.

Para quem é indicado?

É indicado para pacientes portadores da ELA. Como dissemos, essa patologia não tem cura, portanto a função do glutamato é atrasar os sinais e sintomas como a perda dos movimentos.

Como deve ser usado?

É o seu médico quem vai recomendar a dose a ser utilizada e também o tempo entre cada dose. Mas, normalmente, a recomendação é de 50 mg a cada 12 horas. Aumentar a dose por dia não mostrou nenhum benefício ao paciente, mas aumentou as reações adversas à medicação.

É importante que você tome a medicação pelo menos 1 hora antes das refeições ou 2 horas depois. Isso é necessário porque o Riluzol pode reduzir a capacidade de absorção dos nutrientes pelo organismo. Por isso, escolha bem a hora do dia em que vai tomar a medicação. Lembrando sempre que é necessária duas doses por dia, uma de manhã e uma de noite no mesmo horário.

Quais as reações adversas?

Qualquer medicamento, até mesmo os mais naturais podem encontrar reações adversas. Existem algumas que são mais comuns e outras que são tão raras que surgem numa proporção de 1 para cada 10 mil pessoas.

As reações mais comuns do Riluzol são:

  • taquicardia;
  • neutropenia severa (redução dos glóbulos brancos);
  • tontura;
  • dor de cabeça;
  • sonolência;
  • parestesia oral;
  • náuseas;
  • diarréia e dor abdominal;
  • vômito;
  • função hepática anormal;
  • dor.

Existem também algumas reações adversas que são raras como anemia, doença intersticial pulmonar, pancreatite, reação anafilática (alergia a algum composto do medicamento) e angioedema (um tipo de inchaço parecido com urticária).

Se ao tomar o Riluzol o paciente sentir qualquer um desses sinais ou sintomas. Deve informar ao médico imediatamente.

Quais os resultados esperados?

Ao tomar o Riluzol, espera-se que os efeitos da doença como a paralisia muscular e perda de força demorem para aparecer e quando começarem, o início seja suave. As taxas de sobrevida dos pacientes que utilizam essa medicação são, sem dúvida alguma, maiores em comparação aos pacientes que não a utilizam.

Quer saber mais sobre o Riluzol? Primeiro, acesse a página do medicamento e, em seguida, fale com a gente pelo WhatsApp e tire as suas dúvidas sobre o assunto!

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