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Leucemia: O que é? Quais os tipos?

A leucemia é um tipo de câncer que ataca justamente algumas das células mais importantes do organismo, as células de defesa.

Elas atuam impedindo a ação de microrganismos invasores, como vírus e bactérias, enquanto a leucemia destrói essa capacidade de proteção.

Tipos de Leucemia

Normalmente, essa doença é tida como única, quando na verdade se trata de várias enfermidades que atacam algumas regiões do organismo.

Também é conhecida como o câncer no sangue, e se desenvolve dentro da medula óssea, onde os componentes sanguíneos são produzidos, como os glóbulos brancos, os vermelhos e as plaquetas.

A leucemia, geralmente, não tem uma causa específica, mas é caracterizada pela presença excessiva de células blásticas, as mais jovens do organismo, de maneira que são liberadas para a circulação antes mesmo de estarem completamente formadas, substituindo as células saudáveis do sangue.

Essa doença é dividida em dois grupos, a mieloide e a linfoblástica.

Leucemia Linfoblástica Aguda

Esse é o tipo de leucemia mais frequente em crianças. Os sintomas mais comuns são a febre, pele pálida e dor nos ossos.

Como o próprio nome já fiz, a leucemia linfoblástica afeta as células linfoides, aquelas que irão se diferenciar e dar origem às células saudáveis do sangue.

O diagnóstico é feito a partir do exame de sangue e da medula óssea, e, assim que a leucemia é confirmada, o tratamento se inicia o mais rápido possível.

É necessário que o diagnóstico seja feito precocemente, assim, com sessões de quimioterapia, é possível impedir o avanço da doença.

Caso ela atinja o cérebro, a radioterapia também é acrescentada ao tratamento.

Durante todo o tratamento, o paciente é acompanhado por médicos, e deve tomar medicamentos que variam de acordo com o período em que a doença foi detectada, como ela está reagindo ao tratamento e outros requisitos.

A leucemia que se encaixa nessa classificação, normalmente, é de origem hereditária.

Leucemia Mieloide Crônica

Esse tipo de leucemia não possui bases genéticas, ou seja, não é uma doença hereditária, e a maior parte dos pacientes diagnosticados está na faixa de 50 anos.

O fato de não ser transmitida hereditariamente, faz com que as suas origens sejam desconhecidas na maioria dos casos, mas as maiores suspeitas são de que ela é adquirida ao longo da vida.

Ela ataca as células mieloides do sangue, que são os menores elementos, como as plaquetas e miócitos.

Graças à evolução da medicina, sabemos que ela se desenvolve quando dois cromossomos trocam partes do DNA, mais especificamente o cromossomo Ph.

Com essa informação foi possível melhorar as técnicas de combate disponíveis e hoje, cerca de 70% dos pacientes, não demonstram mais sinais da doença após o tratamento.

As sessões de quimioterapia deixam de ser comuns nesse tipo de leucemia, e o tratamento é feito com medicações específicas. Elas conseguem inativar a enzima conhecida como Bcr-Abl tirosinoquinase, que está diretamente ligada aos erros do cromossomo Philadelphia durante a multiplicação celular.

Pacientes que apresentam resistência aos medicamentos indicados para o combate de leucemia, normalmente recorrem ao transplante de medula óssea, pois ele produz excelentes resultados, no entanto, pode ser muito difícil encontrar doadores compatíveis.

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