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O uso do Fampyra no tratamento da Esclerose Múltipla

O uso do Fampyra no tratamento da esclerose múltipla pode melhorar e muito a vida das pessoas que possuem esta doença. Apesar de não frear a evolução da doença, o medicamento pode ajudar na mobilidade destes pacientes, dando-lhes uma vida mais autônoma e livre. Conheça mais sobre este medicamento.

A esclerose múltipla é uma doença que ataca o sistema nervoso central e que não tem cura ou prevenção. Considerada uma doença crônica bastante complexa, com uma grande gama de sintomas e que acomete mais pessoas nos países de clima temperado do que nos países de clima tropical e tem maior ocorrência entre as mulheres.

Sua evolução depende de pessoa para pessoa e seus sintomas são bastante diversos e debilitantes. Quem possui esta doença sempre busca por alternativas para manter sua qualidade de vida, através da atenuação dos sintomas mais incômodos.

E um desses sintomas é o problema de mobilidade. Estima-se que cerca de 3/4 das pessoas com a doença têm problemas para andar e se movimentar de forma geral.

Como é feito o tratamento da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)?

O tratamento para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) começa com um medicamento chamado riluzol, que é distribuído gratuitamente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O riluzol reduz a velocidade de progressão da doença e prolonga a vida do paciente.

Fisioterapia, reabilitação, uso de órteses, de uma cadeira de rodas ou outras medidas ortopédicas podem ser necessárias para maximizar a função muscular e o estado de saúde geral, conforme cada caso e de acordo com a evolução da doença.

A participação de um nutricionista é muito importante, pois os pacientes com ELA tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente. Os dispositivos respiratórios incluem máquinas usadas somente durante a noite e ventilação mecânica constante.

O Ministério da Saúde oferece ainda Práticas Integrativas e Complementares, como cuidados paliativos terapêuticos, ajudando na promoção, prevenção e tratamento de doenças crônicas ou raras, como ELA. Essas práticas possuem recursos tecnológicos simplificados e potentes, que podem contribuir ao longo de todo o tratamento, tanto para o paciente quanto para os familiares.

Os cuidados paliativos são uma abordagem de tratamento que promove a qualidade de vida de pacientes que enfrentam doenças que ameacem a continuidade de vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento. Estão previstos nos cuidados paliativos tratamentos para dor e outros problemas de natureza física, psíquica, espiritual e social.

Como é o tratamento usando Fampyra

O tratamento utilizando o medicamento deve ser feito unicamente sob prescrição médica, com a supervisão e orientação constante de médicos experientes, que conheçam a doença, seus sintomas e sua evolução.

O medicamente é indicado para todos os tipos de esclerose múltipla, sendo utilizado para melhoria da marcha e da mobilidade de adultos.

Posologia

A posologia indicada para o medicamento é de um comprimido de 10 mg, tomado duas vezes ao dia, a cada 12 horas. A ingestão de Fampyra deve ser feita com uma pequena quantidade de líquido, sem alimentos. O comprimido deve ser ingerido inteiro. Não se recomenda mastigar, chupar ou triturar o medicamento, para evitar a maior ocorrência de efeitos colaterais.

Ao iniciar o tratamento com o Fampyra, a dose inicial deve ser mantida por duas semanas de uso, sem interrupções, para se verificar a atuação do mesmo. Os benefícios clínicos devem ser perceptíveis ao final destas duas semanas iniciais.

Não se entende ainda o motivo do medicamento atuar bem em algumas pessoas e não ter efeitos significativos em outras por isso, a avaliação criteriosa deve ser realizada.

Avaliação dos efeitos do medicamento

Para uma melhor avaliação dos efeitos dos medicamentos, devem ser realizados testes de marcha, para avaliar a mobilidade e a capacidade de caminhar do paciente. Outros testes de mobilidade também podem ser realizados para estabelecer parâmetros de avaliação.

 Recomenda-se a avaliação antes do início da ingestão de Fampyra e após as duas semanas. Se não houver melhoras, a ministração do medicamento deve ser interrompida. A continuidade da terapia também deve ser sempre avaliada através de testes de mobilidade.

Apesar de não frear a evolução da doença, a medicação representa uma melhoria na mobilidade do paciente em vários aspectos, tanto na caminhada como no controle corporal, ajudando a quem tem esclerose múltipla a ter uma vida mais ativa e dinâmica.

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