Queda de cabelo, uma causa hormonal

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A vaidade é algo considerado inerente ao ser humano. O cuidado com a pele com o corpo e a escolha de roupas que fazem com que as pessoas se sintam bem faz com que aumente a autoestima e isso acaba refletindo para todas que as cercam.

Porém, alguns problemas começam a aparecer, que afetam várias partes do corpo e podem estar relacionados a uma má alimentação, doença epidérmica ou outro mal que aflija o ser humano.

Quando se fala de cabelo, os problemas de queda também têm causas variáveis.

Causas da queda de cabelo

Como exemplos de males que podem causar a perda de cabelo e até evoluir para uma calvície, estão o cigarro, problemas intestinais (quando o intestino não consegue absorver nutrientes como ferro e zinco), sífilis, doença renal crônica, disfunções da tireoide, ovário policístico e estresse crônico.

Outros exemplos – e os mais comuns para a queda de cabelo – são a hereditariedade e os hormônios masculinos. Para a relação com os hormônios, o nome utilizado é a alopecia androgenética, também conhecida como calvície.

Para os homens, a queda pode começar entre os 17 e 23 anos, ficar visível entre os 25 ou 26 anos e, próximo aos 50 anos, se o homem tiver uma predisposição genética, apresentará a calvície em algum grau.

Nas mulheres, a alopecia androgenética pode aparecer, apesar de mais raro, após a menopausa, quando o hormônio feminino (estrogênio) diminui consideravelmente e os poucos hormônios masculinos podem se manifestar.

Podem-se citar como outros motivos para a calvície feminina, o estresse, excesso de tintura para cabelo, falta de nutrientes, puxar o cabelo em demasia para prendê-lo em rabos ou tranças, ou ainda nos permanentes e alisamentos que agridem os fios.

Tratamento medicamentoso

Além de tratamentos, inclusive cirúrgicos, para combater a queda de cabelo, existem medicamentos que podem ajudar a desacelerar ou barrar o processo da calvície.

Porém, é importante salientar que se deve sempre procurar um médico para a introdução de qualquer tratamento.

Tanto em forma de xampu como de comprimidos, apesar de possuírem nomes diferentes, tem como princípio ativo o bloqueio de atuação do hormônio di-hidrotestosterona ou androstanolona (DHT).

É um andrógeno formado na próstata, nos testículos, glândulas adrenais e folículos capilares.

Com o uso do medicamento, o DHT não age nos bulbos capilares predispostos a sofre a queda, minimizando a ação desse hormônio.

As plantas, usadas como fitoterápicos, também são utilizados no combate a calvície.

O alecrim, que retarda aparecimento de cabelos brancos e previne a queda, além do ginkgo biloba, que melhora o fluxo sanguíneo e o sistema circulatório, são exemplos de remédios naturais.

As vitaminas do complexo B, A e E, além dos minerais, como o silício e o zinco, também aparecem como auxiliares no tratamento da calvície.

A ingestão de alimentos como leite, fígado e farelo de trigo é importante para prevenir a queda de cabelo.

Outros tratamentos e recomendações

Para a questão estética, quando a calvície está num estágio avançado, os implantes capilares podem ajudar.

São retirados os bulbos capilares de partes da cabeça que não foram atingidos pela calvície e implantados em locais com queda de cabelo.

A prática de exercícios físicos, evitar o estresse em demasia, além de uma alimentação saudável são recomendações que podem ajudar na prevenção contra a calvície.

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