4 Passos sobre o que é Aids/HIV?

Aids - HIV

AIDS é a sigla para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em português. É a doença propriamente dita. Já o HIV é o Vírus da Imunodeficiência Humana, ou seja, o patógeno causador da doença que tem como principalmente características uma queda no sistema imune do organismo.

O vírus consegue destruir as nossas defesas formadas pelo conjunto de células como leucócitos, mastócitos e outras. Para sermos mais exatos, há uma queda na taxa de linfócitos CD4, célula de extrema importância para nossas defesas. Sendo assim, quem tem o vírus fica mais suscetível a doenças e acaba desenvolvendo a AIDS.

Vamos entender um pouco mais sobre o assunto considerando que no dia 1º de dezembro é comemorado o Dia Mundial de Combate à AIDS. Confira!

Quais os principais sinais e sintomas da Aids?

Tudo começa com um pequeno desconforto, um mal estar passageiro. Porém, com o passar do tempo, os sinais e sintomas ficam mais intensos, mas ainda se parecem muito com as viroses comuns. Porém, há alguns sinais e sintomas que aparecem com maior frequência:

  • manchas na pele;
  • febre constante;
  • calafrios;
  • dor muscular, de cabeça e de garganta;
  • ínguas.

Eles costumam surgir cerca de 2 a 4 semanas depois que a pessoa contraiu o vírus a AIDS. Em graus mais avançados, o indivíduo pode desenvolver doenças mais graves como pneumonia, tuberculose, meningite, entre outras.

Como é feito o diagnóstico do HIV ?

O teste Elisa é um exame de sangue específico para diagnosticar o HIV. Porém, ele não consegue detectar assim que a pessoa entra em contato com o vírus, pois a taxa do patógeno ainda é muito baixa. A identificação costuma acontecer apenas depois de 20 dias em média. 

Por isso, o exame é feito durante 3 meses de maneira repetitiva. Se após esse período continuar dando negativo, então é porque a pessoa não contraiu o vírus. Em centros de referência é possível ter um resultado mais rápido que sai depois de algumas horas. Ainda assim, o teste Elisa deve ser feito.

Como ocorre a transmissão?

Para que ocorra a transmissão, é necessário que haja contato direto com a mucosa ou com alguma ferida no corpo. Quanto a esse assunto, ainda há muitos mitos circulando. Veja abaixo em que situações não há transmissão do vírus:

  • suor;
  • beijo;
  • uso de alicates;
  • banheiro público;
  • picada de mosquito.

Fora da mucosa ou qualquer outro ambiente externo, o vírus só consegue sobreviver por alguns minutos. Por isso, não ocorre a contaminação por exemplo, por meio de um alicate de unhas. Mas como existem outros vírus que sobrevivem por mais tempo, é bom que cada um use o seu.

Além do contato direito por meio da relação sexual ou uso de agulhas compartilhadas (muito comum em pessoas que usam heroína), há também a possibilidade de contaminação verticalizada, ou seja, da mãe para o feto.

Ainda não se sabe se sexo oral também é um fator de risco, mas já há registro de pessoas que se contaminaram por engolir esperma.

Como é feito o tratamento?

Infelizmente, a cura para a AIDS ainda não foi encontrada, mas estamos perto. Até lá, o tratamento é feito com um tipo de coquetel de remédios. Ele transformou o panorama do portador de HIV que hoje consegue conviver com a doença por muitos e muitos anos e ter uma vida bem longa. 

O grande problema dessa medicação são os efeitos colaterais como tonturas, diarreia, redistribuição de gordura corporal (o rosto e os membros inferiores e superiores costumam afinar) e também o excesso de medicamentos pode provocar danos no fígado e nos rins. Porém, na maioria dos casos, o tratamento é bem tolerado.

No Dia Mundial de Combate à AIDS o foco é a prevenção e, para isso, o uso da camisinha nas relações sexuais é fundamental. Além disso, quem faz uso de drogas, deve ter sempre consigo seringas descartáveis e não usar agulhas compartilhadas. No caso das mães com HIV, atualmente é possível evitar que seja transmitido para o feto com um bom acompanhamento durante o pré-natal.

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