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5 coisas sobre as doenças genéticas graves e como prevenir

Um membro próximo da sua família tem doença cardíaca ou câncer na genética?

Uma vez que o histórico médico das pessoas com quem você compartilha genes pode ser um forte preditor de tais problemas de saúde, isso significa que você está “condenado” a ter o mesmo? Pesquisas mostram que a resposta é: “não necessariamente”.

Então vamos entender um pouco mais sobre os genes e o que você pode fazer para prevenir doenças genéticas.

Sobre os Genes

Os genes são os blocos de construção da hereditariedade. Existem cerca de 25.000 genes em cada uma das mais de 15 trilhões de células vivas do seu corpo.

Os genes são compostos de DNA e agem como instruções para produzir proteínas. E essas proteínas são os componentes básicos das moléculas que moldam nossos corpos.

Ocorrem quando há alteração ou mutação na sequência de DNA de um único gene. As doenças monogênicas mais comuns são: hemofilia, anemia falciforme, fibrose cística, e fenilcetonúria.

Alguns genes possuem chaves que podem ser ativadas ou desativadas (isso é conhecido como expressão gênica). Esses interruptores podem levar ao desenvolvimento de doenças ou protegê-lo contra elas.

Parece que algumas das mesmas coisas que seu médico lhe diz sobre manter um estilo de vida saudável também são benéficas para mudar os genes da maneira correta.

Contudo, fazer escolhas saudáveis no estilo de vida não é garantia para afastar doenças, mas ativar ou desativar os genes certos com simples mudanças de comportamento pode fazer a diferença se você estiver – ou não – propenso a desenvolver uma doença.

Por isso listamos aqui quatro mudanças no estilo de vida que podem reduzir o risco de doenças genéticas.

Coma bem

Comer bem pode “desligar” os genes que colocam as pessoas em maior risco de problemas cardíacos. Considere comer mais frutas e legumes crus, folhas verdes, nozes e laticínios. Brócolis e outros vegetais crucíferos, alho e cebola contêm substâncias que permitem que os genes supressores de tumor sejam ativados e combatam o câncer.

Administre seu estresse contra a genética

A meditação consciente e consistente, uma prática que incentiva a atenção concentrada no momento presente, pode limitar a expressão (ativação) de genes associados à inflamação. Simplesmente ao se concentrar em uma ideia ou uma técnica de respiração pode ligar ou desligar esses interruptores. Vale a pena experimentar.

Faça atividades físicas

Alterações genéticas também podem ocorrer com o exercício. Os genes são influenciados por um processo chamado metilação. Nesse processo, átomos se ligam ao exterior de um gene. Os grupos tornam o gene mais ou menos capaz de receber e responder aos sinais do corpo. A atividade física pode transformar a metilação em “potenciadores”, o que ajuda os genes a agir de forma melhor. Então faça um favor ao seu corpo e ande de bicicleta, nade, vá para academia ou simplesmente caminhe.

Evite vícios e exposições a produtos tóxicos

Muitos produtos químicos possuem substâncias cancerígenas que “ativam” esses genes. Por exemplo, quando você fuma, os agentes cancerígenos do tabaco fazem com que os genes anticâncer sofram mutações para que não funcionem mais de forma eficaz. Evite fumar, mantenha o ar limpo, beba bastante água e transpire bastante durante os exercícios. Todos esses fatores ajudam você a reduzir as toxinas em seu corpo. Se você estiver preocupado com doenças genéticas específicas, converse com seu médico sobre potenciais mudanças de comportamento e medicamentos ou tratamentos disponíveis. Outros testes podem ajudá-lo a aprender mais sobre sua saúde pessoal. Seu médico pode encaminhá-lo a um especialista genético para uma discussão mais detalhada e sobre as possíveis opções de exames.

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